Apresentação do livro de José Riço Direitinho

"O escuro que te ilumina"

Com a presença do autor José Riço Direitinho


23 de fevereiro | 16h30

Entrada gratuita
(condicionada à lotação do espaço)


José Riço Direitinho, nasceu em Lisboa em Julho de 1965. Começou a escrever ficção ainda adolescente, e a publicar pequenas histórias no suplemento «Jovem» do Diário de Notícias. Estreou-se nos livros em 1992 com a publicação de A Casa do Fim (uma coletânea de contos), a que se seguiram os romances Breviário das Más Inclinações (1994) e O Relógio do Cárcere (1997). Entretanto, foi engenheiro agrónomo, tradutor e crítico de vinhos (Visão, Ler e O Independente). Em 1999, foi um dos autores convidados do DAAD (Deutscher Akademischer Austauschdienst), residindo e escrevendo em Berlim durante um ano. Publicou o livro de contos Histórias com Cidades (2001). Mais tarde, fez estadas em residências para escritores: Ledig House (Nova Iorque), Passa Porta (Bruxelas) e Ventspils (Letónia). Publicou o livro de contos Um Sorriso Inesperado (2005). Em 2010, a convite do governo federal da Baviera, viveu durante um ano na residência Villa Concordia, em Bamberg (Alemanha). Os seus livros estão traduzidos em alemão, castelhano, holandês, italiano e árabe. Tem ainda histórias traduzidas em coreano, húngaro, inglês, francês e romeno. É colaborador da revista Ler e crítico no jornal Público.


Sinopse
Lisboa é a cidade onde ninguém dorme. Nem o narrador desta história surreal. A sua janela dá para a fachada de um edifício de apartamentos de cujos habitantes imagina a vida sexual (até se apaixonar por uma vizinha). Porém, quando começa a investigar a vida real dessas pessoas – e dessas mulheres -, percebe que a sua imaginação é demasiado pobre em comparação com a realidade; na «cidade que não dorme» o desejo confunde-se com a perdição, o delírio com a abjecção, e não há fronteiras entre sexos nem entre pessoas. Um romance brutal, perigosos e inclassificável, onde reconhecemos parte da cidade e dos seus habitantes. Todos os lugares são reais; as personagens, às vezes – mas só às vezes -, são inventadas. In “O escuro que te ilumina”


Consulte AQUI o cartaz.

 

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