Apresentação do livro de Ana Cristina Silva

"As longas noites de Caxias" 

Com a presença do autor Ana Cristina Silva

Apresentação de Fernanda Branco e Participação de Arnaldo Silva (Ex-preso político)


27 de abril | 17h00

Entrada gratuita
(condicionada à lotação do espaço)


Ana Cristina Silva: (Vila Franca de Xira, em 1964) é docente e escritora, doutorada em psicologia pelo ISPA, desde 1992. Lecionando psicologia da linguagem e apresenta seminários práticos no ISPA - Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida. Para além do doutoramento em Psicologia Educacional pela Universidade do Minho, especializou-se na área da aprendizagem da leitura e escrita, desenvolvendo investigação no domínio das aquisições precoces da linguagem escrita, ortografia e produção textual. Tem obra científica publicada em Portugal e no estrangeiro. Para além disso, tem-se dedicado à criação literária. Tem artigos científicos publicados em revistas e obras coletivas portuguesas e estrangeiras. Escreveu até ao momento treze romances: Mariana, Todas as Cartas (2002), A Mulher Transparente (2003), Bela (2005), À Meia-luz (2006), As Fogueiras da Inquisição (2008), A Dama Negra da Ilha dos Escravos (2009), Crónica do Rei-Poeta Al-Mu’Tamid (2010), Cartas Vermelhas (2011, selecionado como Livro do Ano pelo jornal Expresso e finalista do Prémio Literário Fernando Namora), O Rei do Monte Brasil (2012, finalista do Prémio SPA/RTP e do Prémio Literário Fernando Namora, e vencedor do prémio Urbano Tavares Rodrigues), A Segunda Morte de Anna Karénina (2013, finalista do Prémio Literário Fernando Namora), A Noite não é Eterna (vencedor da 20ª edição do Prémio Fernando Namora), Salvação em 2018 e As longas noites de Caxias em 2019.

SINOPSE

Quem foi a mulher que mais subiu na hierarquia da PIDE e o que alimentava a sua extrema crueldade? Maria Helena viveu com deleite as suas noites em Caxias, como agente e torturadora. Dentro das celas, o seu coração exultava a cada bofetada e insulto proferido. Embora viesse a esquecer o nome da maioria das detidas, lembraria com prazer a sua expressão de terror. De Laura, curiosamente, nunca se esqueceu. Sempre questionou de que fibra seria feita a jovem alentejana que nunca vergou perante pancada e insultos. Quando ambas se reencontram em tribunal, tudo mudou. Mas as feridas da Ditadura jamais se apagarão.


Consulte AQUI o cartaz

 

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