Apresentação dos livros:
Torre Velha e Tudo o que nos toca
Com a presença da autora Marisa Marques
Sábado | 13 de dezembro | 16h00
Entrada livre
Marisa Marques, nasceu em 1979 em Lisboa e reside em Almada. Licenciada em História da Arte e com Mestrado em História da Arte Medieval.
Fundadora em Setembro de 2024 no Facebook do Grupo Poetas e Sonhadores: Publicou o seu Livro: “A Torre Velha”.
Efetuou a Coordenação, Revisão e Tradução do Livro Freddie Mercury: “A Sua Vida, em Suas Próprias Palavras”.
Contribuiu para os Projetos Solidários: Natacha, Juntos pela Pipoca, Natação Adaptada do Alhandra, Poetas Solidários em parceria com o grupo “Somos…
horizontes da poesia”, Coletânea 2025 Amantes da Poesia se das Artes.
Colaborou em diversas Antologias: Gente Viva; Associação de Cultura Palavra Cantada de V. F. de Xira; Associação de Cultura Gerábriga de Alenquer; Livro Aberto da Rádio
Alenquer, Mundo Latino Poesia e Prosa, In- Finita Editorial e Edições Vieira da Silva.
Participou com poemas na exposição coletiva sobre o 25 de Abril (1974-2019) - 45 anos, da Junta de Freguesia da Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras.
Sobre os livros:
Torre Velha - Na imponente Torre Velha de S. Sebastião da Caparica, as paredes carregam séculos de histórias e segredos que ecoam pelos corredores do tempo.
Neste livro cativante, mergulhe na fascinante narrativa que desvenda os mistérios dessa emblemática construção. Desde suas origens até os dias atuais, cada pedra conta uma
parte do passado vibrante desta terra. Uma viagem pela história que revela não apenas os feitos arquitetônicos, mas também as vidas e os sonhos que moldaram este monumento.
Prepare-se para desvendar os enigmas que envolvem a Torre Velha de S. Sebastião da Caparica, uma obra-prima que continua a inspirar e encantar.
Tudo o que nos toca - é um livro que respira entre os silêncios e as urgências da vida.
Nesta coletânea de poemas, cada verso é um gesto que se estende — seja para acariciar, rasgar ou reconectar o que em nós se rompeu pelo caminho. Aqui, o toque não é apenas
físico: é memória, é ausência, é palavra dita e muitas vezes tarde demais. Com uma linguagem precisa e visceral, este livro atravessa amores que não se cumpriram,
encontros que mudaram destinos, perdas que nunca nos deixaram — e tudo aquilo que, mesmo invisível, ainda pulsa em nós.
É uma celebração do humano, do que sentimos mesmo quando fingimos não sentir. É poesia como corpo, como cicatriz, como revelação.