Apresentação do livro:
Sociedade sem ecrãs - Como a mediação digital está a transformar a experiência humana
Com a presença do autor Joaquim Fialho
Sábado | 23 de maio | 16h00
Entrada livre
Joaquim Fialho é Assistente social, licenciado em Serviço Social e mestre em Sociologia. Em 2008 concluiu a tese de doutoramento em Sociologia onde aplicou a metodologia de análise de redes sociais para medir as lógicas e os processos de cooperação entre organizações. Tem participado como conferencista em vários eventos, nacionais e internacionais, sobre redes sociais e estratégias de intervenção social. Coordenou o I e II Congresso Internacional de Redes Sociais, em 2017 e 2018.
Professor no Instituto Superior de Gestão (Lisboa). É analista de redes sociais e investigador integrado do CLISSIS – Centro Lusíada de Investigação em Serviço Social e Intervenção Social da Universidade Lusíada. É investigador colaborador do CIGEST – Centro de Investigação em Gestão.
Investigador responsável nos projetos de investigação «Scroll. Logo existo! Os comportamentos aditivos no uso da internet e das redes sociais» (2022-2023) e «Os portugueses, as redes sociais e as competências digitais» (2021-2022), ambos com financiamento da FCT.
Entre os principais livros que participou destacam-se: Planeamento da Intervenção Social (2023); Redes sociais. Ilusão, obsessão e manipulação (2023); O uso das redes sociais e as competências digitais dos portugueses (2022); Manual para Intervenção Social (2021); Redes Sociais, entre outros.
As suas principais linhas de investigação são as estratégias de intervenção social, planeamento da intervenção social, políticas públicas, formação profissional, análise de redes sociais, dinâmicas organizacionais, avaliação de projetos e construção de diagnósticos sociais.
Sobre o livro
Uma análise de como os ecrãs estão a transformar a vida humana e uma leitura crítica da mediação digital na organização da vida social.
Os ecrãs tornaram-se presença constante na vida contemporânea. Através deles trabalhamos, comunicamos, informamo-nos e ocupamos o tempo.
Mas esta presença contínua tem várias consequências.
Neste livro, o autor propõe uma reflexão informada, conceptualmente sustentada sobre o modo como a mediação digital está a transformar a experiência humana. Sem cair numa visão tecnófoba e convocando contributos das ciências sociais e do pensamento contemporâneo, analisa os custos menos visíveis da hiperconetividade, que oscilam entre a dependência e a fragmentação da atenção, e da solidão ao empobrecimento dos laços sociais.
A partir de evidência científica e de exemplos concretos, este ensaio convida o leitor a repensar o lugar da tecnologia na vida quotidiana e a refletir sobre a possibilidade de recuperar as formas mais plenas de presença, relação e autonomia.